animais e natureza
quinta-feira, 14 de abril de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

1- Cervo-do-pantanal: Animal dócil e grandalhão, torna-se um alvo fácil para os caçadores em busca de sua galhada, usada como decoração.2- Onça-pintada:Encontrada no Pantanal, desaparece da região devido à caça indiscriminada. Sua pele tem cotação em dólares no mercado internacional.
3- Mono-carvoeiro: O maior macaco do Brasil. É originário da Mata Atlântica. Atualmente restam apenas cerca de cem destes animais no estado do Rio de Janeiro.
4- Pica-pau-de-cara-amarela: Os poucos sobreviventes vivem nas matas gaúchas. Com o desmatamento, perde sua principal fonte de alimentação, as sementes das árvores.
5- Ararinha-azul: Cobiçada no mercado internacional por sua plumagem. Há apenas cerca de cinqüenta desses animais, vivendo no Piauí e na Bahia.
6- Mutum-do-nordeste: Os últimos exemplares desta ave vivem hoje no litoral de Alagoas. Alguns biólogos estão tentando reproduzir essa ave em cativeiro, para garantir a sobrevivência da espécie.
7- Mico-leão-dourado: Com a redução da Mata Atlântica, perdeu seu hábitat natural. Restam algumas centenas na reserva de Poço das Antas, no estado do Rio de Janeiro.
8- Tartaruga-de-couro: Cada vez mais rara no litoral brasileiro. Sua carne saborosa e seus ovos são disputados pelos pescadores do país.
- Mais bocas para nutrir, implicando maior produção de alimento e, portanto, necessidade crescente de terras agriculturáveis, às custas de mais desmatamento. Hoje, o planeta perde um hectare de solo aproveitável para a agricultura a cada 8 segundos. Buscar um aumento na eficiência da produção de alimentos, através de maior mecanização da agricultura, levaria à degradação maior do solo. Além disso, a utilização intensiva de adubos e pesticidas aumentaria a poluição do solo e dos lençóis de água.
- Maior pressão de consumo, gerando, portanto, maior demanda de recursos naturais não-renováveis, como os metais e o petróleo. Além do esgotamento precoce desses recursos, mais resíduos serão produzidos, intensificando a poluição: o homem poderá afogar-se no seu próprio lixo!
- Maior necessidade de energia. Por enquanto, gerar energia leva a um aumento da poluição (queima de combustíveis como petróleo ou carvão), ou à destruição de ecossistemas (construção de hidrelétricas), ou ainda a riscos de contaminação por radiação (usinas atômicas). Métodos menos poluentes, como o uso do álcool, ou formas “limpas” de gerar energia, como energia solar, poderão talvez resolver o problema.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Na Europa 38% das espécies de peixe de água doce podem ser extintas.De 552 espécies de peixes de água doce na Europa, aproximadamente 200 estão ameaçadas de extinção, sendo que 12 destas já desapareceram, revela uma pesquisa da UICN (União Mundial para a Natureza), divulgada em Genebra (Suíça).
Na quinta-feira, foi apresentado na cidade Suíça de Gland o novo "Manual de Peixes de Água Doce na Europa", redigido após sete anos de pesquisas, nas quais foram descobertas 47 novas espécies.
Segundo Darwal (Coordenador do Programa de Espécies da União), "o nível de perigo é muito maior do que o enfrentado por pássaros e mamíferos".
O estudo indica que muitas das espécies em perigo não são consideradas nem "carismáticas" nem têm valor aparente para as pessoas, por isso raramente atraem a verbas necessárias para sua preservação, e só poucos perceberão seu desaparecimento.
No entanto, o manual ressalta que essas espécies "são parte importante de nosso patrimônio e essenciais nos ecossistemas de água doce de que dependemos para a purificação de água e para o controle das inundações".
Os autores do estudo, Maurice Kottelat e Jörg Freyhof, afirmam que o desenvolvimento e o crescimento da população na Europa nos últimos cem anos são as principais causadoras da ameaça.
As áreas com maior nível de ameaça incluem os trechos inferiores dos rios Danúbio, Dniester, Dnieper, Volga e Ural, a Península dos Bálcãs e o sudoeste da Espanha
Urso Panda: luta contra a extinção
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Os pandas vivem nas florestas da regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é seu habitat natural)
Vivem em cavernas e no oco de árvores
Apesar de serem carnívoros, alimentam-se principalmente de folhas e brotos de bambu. Comem também alguns insetos e ovos como fontes de proteínas
Possuem um comportamento dócil, tranquilo e tímido. São raros os casos em que um urso panda atacou um ser humano.
São também chamados de: urso felino, urso de faixa e gato ursino
Ao contrário de outras espécies de ursos, os pandas não hibernam durante o inverso
Durante a fase da primavera ocorre o acasalamento, sendo que os filhotes, geralmente dois, nascem na época do inverno
As patas do urso panda possuem cinco dedos
Os filhotes de urso panda nascem com, aproximadamente, 2 kilos de peso
Possuem dentes e mandíbulas muito fortes para poderem triturar os brotos de bambu
Em média um urso panda vive durante 12 anos
Esta espécie encontra-se em situação de extinção provocada, principalmente, pela baixa taxa de natalidade, caça indiscriminada (no passado) e pela destruição das florestas onde vivem. A reprodução em cativeiro ocorre em diversos zoológicos e centros de pesquisa animal espalhados pelo mundo
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Os pandas vivem nas florestas da regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é seu habitat natural)
Vivem em cavernas e no oco de árvores
Apesar de serem carnívoros, alimentam-se principalmente de folhas e brotos de bambu. Comem também alguns insetos e ovos como fontes de proteínas
Possuem um comportamento dócil, tranquilo e tímido. São raros os casos em que um urso panda atacou um ser humano.
São também chamados de: urso felino, urso de faixa e gato ursino
Ao contrário de outras espécies de ursos, os pandas não hibernam durante o inverso
Durante a fase da primavera ocorre o acasalamento, sendo que os filhotes, geralmente dois, nascem na época do inverno
As patas do urso panda possuem cinco dedos
Os filhotes de urso panda nascem com, aproximadamente, 2 kilos de peso
Possuem dentes e mandíbulas muito fortes para poderem triturar os brotos de bambu
Em média um urso panda vive durante 12 anos
Esta espécie encontra-se em situação de extinção provocada, principalmente, pela baixa taxa de natalidade, caça indiscriminada (no passado) e pela destruição das florestas onde vivem. A reprodução em cativeiro ocorre em diversos zoológicos e centros de pesquisa animal espalhados pelo mundo
leão africano
Leões são encontrados vivendo em grupos cada vez menores no continente africano. A perda do hábitat e a consangüinidade põem em risco a sobrevivência do rei das selvas As populações de leões no Centro e no Oeste da África têm apenas 50 membros em média. Dez vezes menos que o ideal para assegurar a sobrevivência da espécie.
Uma das maiores organizações de preservação da fauna, a União de Conservação do Mundo (IUCN), lançou um alerta para o risco de extinção dos leões em boa parte da África - informa a rede de rádio e tevê britânica BBC. De acordo com a entidade, o número de leões no oeste e na região central da África está em queda acelerada e a espécie segue rumo ao desaparecimento.
A IUCN diz que, nessas regiões, mesmo as maiores populações não ultrapassam 200 felinos. Em média, os grupos têm apenas 50 membros. Para evitar a reprodução de leões dentro da própria família (consangüinidade), seria desejável que cada alcatéia fosse composta por, no mínimo, 500 animais. A consangüinidade pode ocasionar danos genéticos e comprometer seriamente a perpetuação da espécie.
tucano-toco
Nome comum:Tucano-Toco
Nome científico da espécie:Ramphastos toco
Distribuição geográfica desta espécie:: Floresta da Amazónia
Características:Esta espécie apresenta 56 cm de comprimento e pesa cerca de 540 gramas, sendo o maior de todos os tucanos. Não apresenta dimorfismo sexual: a plumagem é uniformemente negra, da coroa ao dorso. Dispõe de uma pele nua de cor amarela ao redor do olho, já as pálpebras são azuladas. O papo é branco e frequentemente tingido de amarelo. O uropígio é branco e a plumagem abaixo da cauda, que forma o crisso, é avermelhada. A característica mais notável desta espécie é o grande bico amarelo-alaranjado, que pode medir até 22 cm. O bico do tucano-toco é constituído de tecido ósseo esponjoso, uma estrutura não-maciça e areada como favos-de-mel. Isso torna o bico mais leve e, portanto, não dificulta o voo. A ponta do maxilar possui uma grande mancha negra. Estudos realizados com o tucano-toco comprovaram que o seu bico também serve como um dispersor natural de calor, devido ao número de vasos sanguíneos nele presentes, em contacto com o ambiente. É uma espécie omnívora, alimentando-se de animais e de vegetais. Come principalmente frutas, insectos, ovos de outras aves e as crias destas. É com o bico, também, que o Tucano captura pequenos lagartos e lagartixas para complementar a sua alimentação. O tucano-toco pode ter de 2 a 4 ovos, ovos que eclodem após 18 dias de incubação. Normalmente, os filhotes apresentam um bico curto e amarelo, sem a mancha negra. A pele ao redor dos olhos é esbranquiçada e a garganta é amarela. A longevidade do animal atinge os 15 anos.
Habitat:Florestas tropicais.
Motivos da sua extinção:Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.
São essencialmente capturados para fins comerciais, com muita intensidade, o que levou ao seu desaparecimento em algumas
Nome científico da espécie:Ramphastos toco
Distribuição geográfica desta espécie:: Floresta da Amazónia
Características:Esta espécie apresenta 56 cm de comprimento e pesa cerca de 540 gramas, sendo o maior de todos os tucanos. Não apresenta dimorfismo sexual: a plumagem é uniformemente negra, da coroa ao dorso. Dispõe de uma pele nua de cor amarela ao redor do olho, já as pálpebras são azuladas. O papo é branco e frequentemente tingido de amarelo. O uropígio é branco e a plumagem abaixo da cauda, que forma o crisso, é avermelhada. A característica mais notável desta espécie é o grande bico amarelo-alaranjado, que pode medir até 22 cm. O bico do tucano-toco é constituído de tecido ósseo esponjoso, uma estrutura não-maciça e areada como favos-de-mel. Isso torna o bico mais leve e, portanto, não dificulta o voo. A ponta do maxilar possui uma grande mancha negra. Estudos realizados com o tucano-toco comprovaram que o seu bico também serve como um dispersor natural de calor, devido ao número de vasos sanguíneos nele presentes, em contacto com o ambiente. É uma espécie omnívora, alimentando-se de animais e de vegetais. Come principalmente frutas, insectos, ovos de outras aves e as crias destas. É com o bico, também, que o Tucano captura pequenos lagartos e lagartixas para complementar a sua alimentação. O tucano-toco pode ter de 2 a 4 ovos, ovos que eclodem após 18 dias de incubação. Normalmente, os filhotes apresentam um bico curto e amarelo, sem a mancha negra. A pele ao redor dos olhos é esbranquiçada e a garganta é amarela. A longevidade do animal atinge os 15 anos.
Habitat:Florestas tropicais.
Motivos da sua extinção:Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.
São essencialmente capturados para fins comerciais, com muita intensidade, o que levou ao seu desaparecimento em algumas
O Ibama acaba de criar um comitê de especialistas para cuidar especificamente dos assuntos relacionados à conservação e ao manejo da arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacintinus). Até hoje, esta arara (foto) dividia com outra do mesmo gênero - a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) - um único comitê. A espécie, também conhecida como arara-una, está ameaçada de extinção e deverá constar da nova lista vermelha do Ibama na categoria de vulnerável. Com um comitê exclusivo, a arara-azul-grande deverá receber mais atenção das instituições envolvidas no manejo e conservação da espécie.
Além do Ibama, que coordenará as ações do comitê, fazem parte do novo grupo a Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB) e a Sociedade Brasileira de Ornitologia (SBO). Entre os especialistas que discutirão as diretrizes para a arara-azul-grande, estão os biólogos Neiva Guedes ? coordenadora do Programa Arara-Azul, Yara de Melo Barros, do Ibama, Ricardo Bonfim Machado, da Conservation International e o ornitólogo Pedro Scherer Neto, do Museu Capão da Imbuia.
O comitê, de caráter consultivo, terá como uma das principais atribuições o estabelecimento de estratégias para estudo, manejo e conservação da arara-azul-grande com o objetivo de alcançar o estabelecimento de populações geneticamente viáveis da espécie. A meta é evitar que a arara atinja o mesmo grau de ameaça que já levou ao desaparecimento da natureza a ararinha-azul (Cyanopsitta spiixi) e reduziu a população de araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari) a cerca de 400 indivíduos em estado selvagem.
A arara-azul grande se destaca pela sua beleza e por ser o maior dos psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas, etc) existentes, chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda, com peso de 1,3 kg.
Além do Ibama, que coordenará as ações do comitê, fazem parte do novo grupo a Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB) e a Sociedade Brasileira de Ornitologia (SBO). Entre os especialistas que discutirão as diretrizes para a arara-azul-grande, estão os biólogos Neiva Guedes ? coordenadora do Programa Arara-Azul, Yara de Melo Barros, do Ibama, Ricardo Bonfim Machado, da Conservation International e o ornitólogo Pedro Scherer Neto, do Museu Capão da Imbuia.
O comitê, de caráter consultivo, terá como uma das principais atribuições o estabelecimento de estratégias para estudo, manejo e conservação da arara-azul-grande com o objetivo de alcançar o estabelecimento de populações geneticamente viáveis da espécie. A meta é evitar que a arara atinja o mesmo grau de ameaça que já levou ao desaparecimento da natureza a ararinha-azul (Cyanopsitta spiixi) e reduziu a população de araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari) a cerca de 400 indivíduos em estado selvagem.
A arara-azul grande se destaca pela sua beleza e por ser o maior dos psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas, etc) existentes, chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda, com peso de 1,3 kg.
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